Bem ao estilo "A Origem", ela foi se solidificando lá no fundo.
O nível dois dessa solidificação foi um anúncio que vi, de uma campanha publicitária sobre adoção de cães, em algum país da Europa. Ela mostrava as pessoas andando com sacos plásticos pretos presos às coleiras, mostrando que a cada vez que tu compra um animalzinho, é pelo menos um que tu poderia adotar e que tu acaba matando.
Isso me fez querer adotar um cachorrinho, e não comprar. Adotar é uma experiência muito mais humana do que ir lá e comprar um ser vivo.
Com isso, comecei a buscar como funcionava a adoção de animais, onde era possível achar, etc. Foi assustador encontrar diversos sites, só da "minha" cidade, com vários animais para adoção. A lista não acabava nunca! e era renovada todos os dias.
Durante os dois meses em que acompanhei o site Duas Mãos Quatro Patas, o número de animais para doação nunca ficou abaixo de 1500 (incluindo aí gatos, cachorros, uma tartaruga, um galo e um coelho). E de vez em quando apareciam uns tão lindos!
O primeiro que tentei adotar era um Golden Retriever puro (!), muito bem cuidado e que parecia muito feliz e dócil. Ele tinha 3 anos, e estava para doação pois seus donos o estavam deixando sem proteção, etc. Entrei em contato com o e-mail que havia no site, e recebi a triste notícia de que ele havia fugido.
Quase no final do ano, apareceu um filhote lindíssimo que era mistura de Boiadeiro Bernês. Pesquisei bastante sobre a raça antes de entrar em contato. Seria uma loucura tê-lo em casa, mas tinha me apaixonado por ele! e sempre quis ter um cachorro de porte grande. Mandei o e-mail. Estou esperando a resposta até agora.
Minha última tentativa frutstrada foi uma filhote de Beagle, toda manchada de caramelo. Porém, já estava reservada. Nara, a mulher que estava cuidando para que ela fosse adotada, sugeriu que eu desse uma olhada no site Bicho de Rua. Fui lá e encontrei, finalmente encontrei meu filhote!
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