O nome dele é Banzé. Não gosto muito do nome por seu significado (bagunça, confusão, briga), mas combina muito com o menino.
Ele nasceu dia 1/1/2011, e o recebi quando completou 45 dias. Engraçado pensar que eu havia colocado na minha cabeça a vontade de entrar o ano com meu cachorrinho já comigo, e o Banzé nascer logo no dia primeiro. Enfim.
A mãezinha dele era uma Cocker preta pura, com pai desconhecido. Já ele e seus irmãos não saíram todos pretos, apenas uma das irmãzinhas. Sua pelagem é a tradicional de um Cocker (o que descobri pesquisando sobre a raça): cabeça preta com focinho mesclado de branco e preto, com o corpo branco com manchas pretas, e as patinhas brancas cheias de pintinhas pretas, estilo Dálmata.
Já tomou sua primeira vacina, e nem chorou!
Ainda tem uma caspinha, que o veterinário disse ser um fungo, e que será tratada só depois de ele completar dois meses. Precisa tomar o vermífugo também. Tirando esses detalhes, está muito bem, obrigado.
Já possui seu canto na casa, e até uma bolinha (obviamente já destruída). Aos poucos está começando a entender que necessidades são feitas apenas em cima do jornal, e não foi preciso bater nele para isso. Aliás, não é preciso fazer isso, ao contrário do que algumas pessoas pensam sobre educação de animais. Come ração sólida já e adora morder todo mundo.
A primeira vez que meu sobrinho o viu, quis levar para casa já, e até minha mãe está gostando e brincando com ele.
Em compensação, eu estou tendo um trabalho danado, limpando a casa inteira. De noite ele dorme no meu quarto, e adivinha se ele não se comporta como um recém nascido, me acordando no meio da madrugada?
Faz parte, e com certeza depois vai ficar muito melhor.
Minha sugestão é: adote um animal! É uma atitude linda e quem mais sai ganhando com isso é você. Não se restrinja a filhotes se puder, pois existem muitos adultos lindíssimos por aí, esperando por um lar que os acolha e que com certeza eles valorizarão muito (a exemplo da cadela que minha irmã adotou).